Ela era linda, Deus, como ela era linda! Confidenciei a ela meus íntimos segredos, nossas conversas duradouras pareciam não ter fim. Apaixonei-me tão rapidamente que eu mesmo me questionava se o que eu sentia era verdadeiro. Sonhos eu tive, muitos com esperança de serem realizados.
Quando tudo parece estar perfeito e nós parecemos colibris voando pelo céu, surge algo, talvez um sinal para percebermos que se fôssemos feitos para voar, teríamos asas.
O tempo passa e é como dizem: “Nada melhor que o tempo para curar as feridas”. Acontece que o amor é na verdade um ciclo: Quando você ama, você se machuca; Quando você se machuca, você começa a odiar; Quando você odeia, você tenta esquecer; Quando você esquece, você começa a sentir saudade; Então meu caro, quando você sente saudade... você eventualmente torna a amar.
Era mais uma daquelas tardes de quarta-feira quando eu o encontrei, meu grande amigo, um irmão... e como de costume perguntou se eu finalmente havia conversado com ela sobre os meus sentimentos, se eu havia tomado a iniciativa, se eu finalmente havia sido “homem”. Mais uma vez a minha resposta foi negativa. Então ele falou:
Juro que tentei, tentei como nunca antes havia tentado e somente agora que eu sou eu, da minha alma foge o raciocínio que me leva à compreensão: Amar-te demais impede alguém de viver também.
Quando tudo parece estar perfeito e nós parecemos colibris voando pelo céu, surge algo, talvez um sinal para percebermos que se fôssemos feitos para voar, teríamos asas.
O tempo passa e é como dizem: “Nada melhor que o tempo para curar as feridas”. Acontece que o amor é na verdade um ciclo: Quando você ama, você se machuca; Quando você se machuca, você começa a odiar; Quando você odeia, você tenta esquecer; Quando você esquece, você começa a sentir saudade; Então meu caro, quando você sente saudade... você eventualmente torna a amar.
Era mais uma daquelas tardes de quarta-feira quando eu o encontrei, meu grande amigo, um irmão... e como de costume perguntou se eu finalmente havia conversado com ela sobre os meus sentimentos, se eu havia tomado a iniciativa, se eu finalmente havia sido “homem”. Mais uma vez a minha resposta foi negativa. Então ele falou:
- Você precisa ao menos tentar, ela não te esperará por toda a eternidade... Quando ela se for, o que você fará?
Juro que tentei, tentei como nunca antes havia tentado e somente agora que eu sou eu, da minha alma foge o raciocínio que me leva à compreensão: Amar-te demais impede alguém de viver também.

2 refugiaram-se:
Putz... só as minhas lágrimas por si só já explicariam o que eu sentir ao ler esse post. Lembrar do que nós vivemos é sempre um jogo de sentimentos. Gostei muito da iniciativa velho. Está de parabéns. "Vamos em frente que atrás vem gente". Grande abraço.
você é foda meu irmão.. não preciso me identificar, você sabe quem sou.
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